Arte Romana séc. VIII a.C. – IV d.C.

A arte romana resulta da influência grega, embora seja, para alguns, uma arte inferior. A arte romana foi mais variada e mais próxima da arte moderna, tanto que influenciou tanto a arte Românica como o Gótico do século XIII.
A pintura romana é conhecida através dos magníficos frescos que se mantiveram inalterados durante dois mil anos nas ruínas de Pompeia e Herculano, cobertas pelas cinzas do vulcão que as fez desaparecer, preservando assim as pinturas como se dentro de uma cápsula do tempo estivessem.
A técnica destas pinturas é a técnica da mancha de cor de Têmpera aplicada a pinceladas soltas e sem detalhe, muito semelhante ao Impressionismo do século XIX com um bom jogo de sombra e luz.
De notar que tanto o povo grego como o romano abandonaram a pintura religiosa e de adoração como acontecia até aí desde a pré-história até aos egípcios e que viria a ser retomada séculos mais tarde pelos europeus devotos na arte Românica e seguintes.
Como povo, o romano era um povo de comerciantes, lavradores e guerreiros, logo a arte representava a guerra, o erotismo, o retrato, a luxúria, os corpos nus, as cenas do quotidiano e até paisagens, naturezas mortas e lendas heroicas.
Como já frisei a pintura romana imita a grega, no entanto os murais romanos mostram um maior colorido assim como mais movimento. A técnica era a pintura a têmpera, cujo aglutinante era algum tipo de gordura animal ou orgânico, sobre madeira ou em murais, e o fresco, em paredes cobertas de gesso, muitas vezes com a técnica da Encáustica, o que confere à pintura umas cores mais vivas e de maior duração.